⚡ Sua empresa gasta mais de R$ 1.000/mês em energia? Descubra agora se pode pagar menos — análise 100% gratuita
Restaurantes e Food Service · Mercado Livre de Energia

Conta de luz mais barata para Restaurantes: câmara fria o dia todo e jantar no horário de ponta

até32%de economiaProjeção ELB*

A conta de luz do restaurante não para quando a cozinha fecha: câmaras frias e freezers trabalham 24 horas, o salão é climatizado no almoço e no jantar, e o movimento da noite cai em cheio no horário de ponta. Restaurantes de grande porte no Grupo A já podem comprar energia no Mercado Livre; os pequenos, em baixa tensão, entram a partir de 25 de novembro de 2027.

Analisar Minha Conta Grátis →
até32%de economiaProjeção ELB*

Onde vai a energia de um restaurante

Em muitas cozinhas comerciais, fogões e chapas funcionam a gás. Quando é assim, a conta de luz do restaurante é, principalmente, a conta do frio, do ar-condicionado e dos equipamentos elétricos de apoio. As potências abaixo são faixas típicas de placa, para dar ordem de grandeza:

  • Refrigeração (câmaras frias, freezers, balcões e expositores): 2 a 8 kW por câmara, ligada 24 horas por dia, 7 dias por semana. É a base da conta, mesmo com a casa fechada.
  • Climatização do salão: de alguns kW em casas pequenas a dezenas de kW em salões grandes, concentrada no almoço e no jantar.
  • Exaustão e coifas: motores ligados durante toda a produção, mesmo quando a cocção é a gás.
  • Cocção elétrica, quando há: fornos combinados, fritadeiras e chapas elétricas ou por indução podem passar de 10 kW por equipamento.
  • Lava-louças e aquecimento de água: máquinas com aquecimento elétrico somam vários kW nos picos de serviço.

Há ainda um detalhe que pesa no Grupo A: o jantar acontece justamente no horário de ponta da distribuidora, quando o kWh é mais caro. Restaurante que vende mais à noite tem conta mais pesada que outro, de mesmo consumo, que vende mais no almoço.

Quais restaurantes já podem entrar no Mercado Livre

O critério não é o faturamento nem o tamanho do salão: é a tensão de ligação que aparece na conta. Desde janeiro de 2024, todo consumidor do Grupo A pode migrar, sem demanda mínima; abaixo de 500 kW, a entrada é por um comercializador varejista. Entre os restaurantes, costumam estar no Grupo A:

  • restaurantes de grande porte em prédio próprio, como churrascarias e casas de eventos com cozinha;
  • cozinhas centrais de redes, que produzem para várias lojas;
  • restaurantes industriais e empresas de refeições coletivas;
  • food halls e conjuntos gastronômicos com entrada de energia em média tensão.

A maioria dos restaurantes de rua, porém, está em baixa tensão, no Grupo B3. Para eles, a abertura tem data: 25 de novembro de 2027, pelo Decreto 13.097/2026, com representação obrigatória por um varejista e aviso de 90 dias à distribuidora para migrar. O que já se sabe dessa abertura está em Grupo B3 e o mercado livre em baixa tensão.

Redes de restaurantes: cada unidade conta

Numa rede, a elegibilidade é analisada unidade por unidade. As lojas ou a cozinha central que estiverem no Grupo A podem migrar já, cada uma representada por um varejista. As lojas em baixa tensão esperam a abertura de 2027. Concentrar as unidades elegíveis do mesmo CNPJ num só contrato ajuda a negociar volume e preço, e preparar as demais agora evita que a rede chegue a 2027 sem histórico de consumo organizado.

Envie o PDF da conta de luz do restaurante. A análise gratuita confirma se a unidade já está no Grupo A e estima a economia; em baixa tensão, a conta entra na fila para a abertura de 2027.

Analisar minha conta →

O que dá para reduzir na conta antes de migrar

  • Revisar a demanda contratada (Grupo A): contratada demais é custo fixo sem uso; de menos gera ultrapassagem cobrada ao dobro. Veja demanda contratada.
  • Olhar a energia reativa: compressores de câmara fria e motores de exaustão derrubam o fator de potência. Se a conta tem cobrança de reativo excedente, há custo evitável. Detalhes em energia reativa.
  • Tirar carga do horário de ponta: degelo programado, pré-preparo e lavagem fora das três horas de ponta reduzem o kWh mais caro do dia.
  • Conferir a modalidade tarifária: verde ou azul no Grupo A, branca no Grupo B. A escolha certa depende de quanto o jantar pesa. Veja modalidade tarifária.

Continuidade do fornecimento

Para quem trabalha com perecíveis, a dúvida é sempre a mesma: e se faltar energia? Migrar para o Mercado Livre não muda a rede. A distribuidora continua responsável pelos cabos, pelo transformador e pelo atendimento de emergência, e a qualidade do fornecimento segue as mesmas regras da ANEEL. O que muda é de quem a empresa compra a energia e o preço que paga por ela.

Perguntas frequentes

Restaurante pequeno pode entrar no Mercado Livre de Energia?

Se estiver em baixa tensão (Grupo B3 na conta de luz), ainda não. Os consumidores comerciais em baixa tensão entram no mercado livre em 25 de novembro de 2027, pelo Decreto 13.097/2026, sempre representados por um comercializador varejista e sem consumo mínimo. Restaurantes que já estão no Grupo A, com qualquer demanda, podem migrar hoje.

Restaurante em shopping pode migrar sozinho?

Depende de como a energia chega à loja. Se o restaurante tem medidor próprio da distribuidora no Grupo A, pode migrar sozinho. Se tem medidor próprio em baixa tensão, entra na abertura de 2027. Se a energia é fornecida e rateada pelo shopping, quem decide a migração é o condomínio do shopping, e o efeito chega ao lojista pelo rateio.

Qual o impacto das bandeiras tarifárias na conta de um restaurante?

Um restaurante que consome 20.000 kWh por mês paga, num mês de bandeira vermelha patamar 2 (R$ 7,88 a cada 100 kWh), cerca de R$ 1.575 a mais na conta, sem nenhuma mudança no serviço. No mercado livre, a bandeira não incide sobre a energia comprada: o preço é o do contrato.

Veja o setor de alimentos e food service como um todo, o caso das padarias ou entenda o Mercado Livre de Energia completo.


Fontes e Referências

  • * Projeção ELB: teto estimado de economia na parcela de energia da conta, calculado pelo Energia Livre Brasil com a tarifa média de energia das distribuidoras e o preço de longo prazo do mercado livre (Boletim da Energia Livre, Abraceel, julho de 2026) e as tarifas homologadas pela ANEEL. Nesta página: perfil comércio estendido (10h–22h, 7 dias), em distribuidora de tarifa alta, com o custo médio de bandeira. Vale para unidades do Grupo A. Não inclui uso da rede (TUSD), encargos e impostos, e não é promessa de economia. Como calculamos →
  • ANEEL — Resolução Normativa 1.000/2021: classificação tarifária (Grupos A e B), demanda contratada, ultrapassagem e energia reativa. aneel.gov.br
  • MME — Portaria Normativa nº 50/2022: abertura do Grupo A sem demanda mínima a partir de janeiro de 2024. gov.br/mme
  • Lei nº 15.269/2025 e Decreto nº 13.097/2026: abertura para consumidores comerciais e industriais em baixa tensão, aviso de 90 dias e representação por varejista. planalto.gov.br
  • ANEEL — Sistema de Bandeiras Tarifárias, valores vigentes. aneel.gov.br

Nota sobre os dados

As potências citadas são faixas típicas de placa de equipamentos comerciais e servem como ordem de grandeza, não como medição do seu estabelecimento. A Projeção ELB vale para unidades do Grupo A; para a baixa tensão, a economia ainda depende das tarifas que a ANEEL vai definir para quem migrar. Consulte sempre a análise gratuita e, quando necessário, um especialista regulatório.

Conteúdo revisado e atualizado em outubro de 2026.

Análise gratuita

Descubra agora
quanto você perde todo mês

Envie o PDF da sua conta de luz e receba uma análise completa com o quanto sua empresa pode economizar por ano. Sem compromisso, sem custo, sem complicação.

⚡Resultado em segundos
🔒Seus dados protegidos
💰100% gratuito
✅Sem compromisso
⚡ Analisar Minha Conta Grátis →