Cases reais do Mercado Livre de Energia: empresas que já migraram
38 casos reais, com repercussão pública e fonte verificável, de empresas e instituições brasileiras que migraram para o Mercado Livre de Energia. De redes de fast-food a hospitais, de clubes esportivos a companhias de saneamento — exemplos concretos do que já está acontecendo no mercado.
Analisar Minha Conta Grátis →Zamp / Burger King, Popeyes, Starbucks e Subway
A Zamp, operadora de Burger King, Popeyes, Starbucks e Subway no Brasil, passou a atuar como agente da CCEE na categoria comercializadora. A operação da Zamp Energy começou em 01/06/2026.
Grupo Hotelaria Brasil
O grupo informou economia de cerca de R$ 500 mil após migrar para o mercado livre, com redução aproximada de 20% nos custos de energia.
Azul Linhas Aéreas
A Azul ampliou sua presença no mercado livre com a migração de mais duas unidades em Belo Horizonte. A empresa já tinha unidades no ACL desde 2023 e projeta economia acumulada próxima de R$ 5 milhões.
Brado Logística
A Brado informou que encerrou 2025 com 100% do consumo elétrico renovável, usando mercado livre e certificados I-REC, além de redução de consumo de energia.
Colégio Visconde de Porto Seguro
A instituição migrou campi em São Paulo e Valinhos para o mercado livre e passou a consumir energia 100% renovável com certificação I-REC.
Salva Craft Beer
A cervejaria gaúcha Salva Craft Beer passou a usar energia de fontes incentivadas no mercado livre, com redução de emissões estimada em 78 toneladas de CO2.
Governo do Estado de São Paulo
O Governo de SP anunciou estratégia para migrar cerca de 1.200 prédios públicos para o mercado livre, incluindo hospitais, delegacias e edifícios administrativos, com energia renovável e contratos de preço fixo.
Digital PrintZ
A Digital PrintZ foi apresentada como case de migração ao mercado livre, com economia de R$ 160 mil em 2025 e redução próxima de 30% na conta de energia.
Sport Club do Recife
O Sport anunciou parceria para fornecimento de energia 100% renovável no mercado livre, com previsão de redução de até 31% nos gastos e economia estimada de R$ 5,5 milhões em oito anos.
Fiocruz
A Fiocruz ampliou sua contratação no mercado livre, com contrato de três anos a partir de janeiro de 2026, cobrindo cerca de 95% do consumo total e com energia certificada.
Prodam — Prefeitura de São Paulo
A Prodam foi apresentada como a primeira empresa da Prefeitura de São Paulo a migrar para o mercado livre, com contrato de cinco anos, 100% das unidades no ACL e expectativa de redução superior a 20% nos custos.
Hotel Villa Rossa
O hotel ampliou sua presença no mercado livre com nova unidade contratada. Desde a primeira migração, em 2020, o case reporta economia acumulada superior a R$ 1,3 milhão.
Hospital público no Pará
Case de hospital público no Pará com contrato de energia renovável no mercado livre, envolvendo fornecimento de 158 MWh até julho de 2026 e redução de consumo/custos divulgada em cerca de 30%.
Restaurante Sabor Goiano
Restaurante na BR-060 entre Goiânia e Brasília, com mais de 30 anos de operação, migrou para o mercado livre com a Echoenergia. Contrato vai até 2031, com energia 100% renovável e redução de emissões de CO₂.
Cogerh — Ceará
A Cogerh informou economia de aproximadamente R$ 2,5 milhões em quatro meses após migrar grandes unidades consumidoras para o mercado livre.
Grupo Oceanic — Aventura Jurássica, Space Adventure e Oceanic Aquarium
Três atrações do Grupo Oceanic em Balneário Camboriú passaram a operar com energia 100% renovável no mercado livre, com economia projetada superior a R$ 1,33 milhão.
Fujifilm — fábrica de Manaus
A Fujifilm anunciou a migração de sua fábrica em Manaus para o mercado livre, com operação prevista em energia 100% renovável a partir do segundo semestre de 2025.
La Mole
A rede de restaurantes La Mole aderiu ao mercado livre em três unidades e um centro de distribuição no Rio de Janeiro, com previsão de economia de aproximadamente R$ 2 milhões e energia 100% renovável.
Fort Atacadista / Grupo Pereira
O Fort Atacadista acelerou sua migração para o mercado livre com a ENGIE. O grupo reporta grande parte das unidades abastecidas por energia renovável e economia média relevante por loja.
We Coffee
Rede de cafeterias com 97% dos equipamentos da central de produção dependentes de eletricidade reduziu a conta de luz em média 27% após seis meses de migração para o mercado livre com a Bolt Energy.
Cantareira Norte Shopping
Shopping em São Paulo reduziu 25% da conta de luz migrando para o mercado livre, consumindo 7.005 MWh de energia renovável incentivada em 2024 e evitando 376,7 toneladas de CO₂. É o único do setor com sistema hídrico autossuficiente.
Grupo Alife Nino
O grupo gastronômico iniciou migração de 20 unidades para mercado livre e geração distribuída, com economia mensal estimada em R$ 95 mil.
Omint Seguros
A Omint Seguros anunciou adesão ao mercado livre de energia como parte de sua estratégia de sustentabilidade.
Governo do Ceará / Seinfra
O Governo do Ceará ampliou o fornecimento de energia renovável de menor custo para prédios públicos, chegando a dezenas de unidades no mercado livre e estimando economia de até 30%.
Casal — Companhia de Saneamento de Alagoas
A Casal contratou energia limpa no mercado livre com a Cemig para três unidades de alta tensão, com volume de 4,18 MW médios e rastreabilidade renovável.
Semae Mogi das Cruzes
O Semae de Mogi das Cruzes informou economia de cerca de R$ 688,7 mil no primeiro semestre de 2025 em três unidades de alta tensão no mercado livre.
Shoppings do Grupo Tacla
Shoppings do grupo (Palladium Curitiba, Ventura Shopping, Jockey Plaza, Catuaí Palladium, entre outros) migraram para o mercado livre com a Tradener, com redução média de cerca de 30% na fatura de energia frente ao mercado cativo.
Clube Náutico Capibaribe
Migração de quatro unidades, incluindo Estádio dos Aflitos e CT Wilson Campos, com energia renovável e economia projetada superior a R$ 1 milhão em cinco anos.
Clube ASTEL
Clube em Florianópolis aderiu ao mercado livre com contrato de longo prazo e energia renovável.
Selfit Academias
Rede de academias projetou economia de R$6 milhões até o fim de 2025 combinando mercado livre de energia e usinas solares (modelo grid zero) em suas unidades. Meta de 80% da rede com energia limpa até 2027.
Construtora Rio Ave (10 condomínios)
10 empreendimentos da construtora pernambucana migraram para o mercado livre via Kroma Energia, com economia de R$1,5 milhão na conta de energia em 2024. A Kroma já migrou mais de 31 condomínios em Pernambuco, com R$77 milhões de economia total para seus clientes só em 2024.
Esporte Clube Bahia
Um dos pioneiros do futebol brasileiro no mercado livre, o Bahia fechou parceria de longo prazo com a Neoenergia para abastecer o CT Evaristo de Macedo com energia 100% renovável, com economia de até 35% nos gastos mensais (R$2,2 milhões em 5 anos). Em 2025, o clube recebeu certificação internacional I-REC após evitar a emissão de 37,3 toneladas de CO₂.
Assaí Atacadista
O Assaí informa que o mercado livre representa cerca de 90% do consumo total da companhia; é um benchmark relevante para varejo alimentar.
Koppert Brasil
Case de redução de cerca de 30% na conta de energia com energia limpa no mercado livre.
Hospital Albert Einstein
Case relevante de uso do mercado livre e autoprodução para redução de custos energéticos em hospital.
Minerva Foods
Case de indústria intensiva em energia usando mercado livre para ganhos econômicos e ambientais.
BBM Logística
Operadora de transporte logístico fechou contrato misto com a Órigo Energia: geração distribuída solar para os armazéns de Minas Gerais e Pernambuco (desconto de até 10%), e migração para o mercado livre em 6 unidades — Caxias do Sul, Cachoeirinha, Rio Grande (RS), São José dos Pinhais (PR), Guarulhos e Sumaré (SP) — com economia média projetada de 30%.
Edifício Paulista 2064 (sede da CCEE)
O condomínio do Edifício Paulista 2064, na Av. Paulista em São Paulo — que abriga a sede da própria CCEE (12º e 13º andar) e o Shopping Center 3 no térreo/subsolo — migrou para o mercado livre com adequações físicas feitas pela Lux Energia. Economia projetada de R$1,8 milhão em 5 anos, redução de 25% frente ao mercado cativo.
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Nota editorial
Esta página reúne referências públicas a casos de migração para o Mercado Livre de Energia, publicadas por veículos de imprensa, sites institucionais e releases de fornecedores. Os direitos sobre os textos e dados originais pertencem aos respectivos veículos e empresas citadas. O Energia Livre Brasil organiza essas referências e adiciona contexto editorial próprio — os resultados, valores de economia e percentuais informados são os declarados nas fontes originais, não auditados de forma independente pelo Energia Livre Brasil.
Conteúdo revisado e atualizado em junho de 2026.
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