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Bragança Paulista · São Paulo · Mercado Livre de Energia

Conta de luz alta em Bragança Paulista? Veja se sua empresa pode economizar

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Sua empresa está em Bragança Paulista e é atendida pela Energisa Sul-Sudeste? Empresas do Grupo A em São Paulo já podem migrar para o Mercado Livre de Energia e negociar uma tarifa menor — a Energisa Sul-Sudeste continua responsável pela rede.

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Mercado Livre de Energia para empresas de Bragança Paulista: como funciona

Empresa de Bragança Paulista no Grupo A pode comprar energia no Mercado Livre sem trocar de distribuidora: a Energisa Sul-Sudeste continua cuidando da rede, e a energia passa a ser comprada a preço de contrato.

Quem atende Bragança Paulista e o que muda

Bragança Paulista, com cerca de 186 mil habitantes pela estimativa do IBGE para 2025, é atendida pela Energisa Sul-Sudeste. Com a migração, a Energisa Sul-Sudeste continua responsável pela rede e cobra pelo uso dela (TUSD). O que muda é quem vende a energia e o preço, fixado em contrato de 1 a 5 anos e sem bandeira tarifária. A conta passa a ser duas: a da distribuidora e a do fornecedor (como ficam as duas faturas).

Quanto dá para economizar

Pela Projeção ELB, a economia chega a até 17% na parcela de energia da conta, não na conta inteira. O cálculo do Energia Livre Brasil usa a TE da Energisa Sul-Sudeste e o preço de longo prazo do Boletim da Abraceel, no perfil de consumo mais favorável. Uso da rede, encargos e impostos continuam na conta. Quanto sobra no seu caso depende do perfil de consumo e do momento da contratação — a análise gratuita calcula o número exato (veja a metodologia).

Quem pode migrar e em quanto tempo

Empresa do Grupo A (média ou alta tensão) em Bragança Paulista já pode migrar, com qualquer demanda. Desde janeiro de 2024 não há demanda mínima; abaixo de 500 kW, a compra é feita por um comercializador varejista. O caminho é diagnóstico, contratação do fornecedor e denúncia do contrato com a Energisa Sul-Sudeste; pela regra da ANEEL, a migração acontece 180 dias depois dessa denúncia, e a Energisa Sul-Sudeste pode aceitar um prazo menor. Não há obra nem interrupção do fornecimento (passo a passo da migração e critérios de elegibilidade). Loja, escritório, clínica ou oficina em baixa tensão (B3) entra em 25 de novembro de 2027 (o que muda no B3).

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Mercado Livre de Energia para quem mora em Bragança Paulista: quando vai poder

Quem mora em Bragança Paulista ainda não pode escolher quem vende a sua energia: a abertura para residências está marcada para 25 de novembro de 2028, e as regras ainda dependem da ANEEL.

Até lá, toda residência de Bragança Paulista compra energia da Energisa Sul-Sudeste, pela tarifa regulada. O calendário da abertura, definido pela Lei 15.269/2025 e pelo Decreto 13.097/2026, tem duas etapas:

  • 25 de novembro de 2027: pequenos negócios em baixa tensão — comércio, serviços e pequena indústria (subgrupo B3).
  • 25 de novembro de 2028: residências e demais consumidores em baixa tensão.

Quando abrir, o morador vai escolher o fornecedor e o preço da energia, e a Energisa Sul-Sudeste continua entregando a energia e cuidando da rede. Antes disso, a ANEEL ainda precisa definir como ficam as tarifas, a fatura e o fornecedor de última instância, então as regras podem ter ajustes.

Entre na lista de espera para residências → Avisamos quando a abertura for regulamentada.

Conta de luz em Bragança Paulista: ICMS, reajuste e quem já está no Mercado Livre

ICMS sobre a energia em São Paulo
18%
Alíquota geral do estado (LC 194/2022)
Reajuste 2026 da Energisa Sul-Sudeste para alta tensão
+9,99%
ANEEL
Tarifa B3 da Energisa Sul-Sudeste em 10 anos (mediana do país: 74,0%)
+70,8%
ANEEL, cálculo Energia Livre Brasil
Unidades de empresas no Grupo A em Bragança Paulista
254
BDGD/ANEEL
Delas já no Mercado Livre
38%
BDGD/ANEEL
Do consumo de energia em São Paulo no Mercado Livre
47%
Abraceel

ICMS na conta de luz em São Paulo

O ICMS sobre a energia em São Paulo segue a alíquota geral do estado, que desde a Lei Complementar 194/2022 é o teto para a energia: 18% em 2026. Como é calculado por dentro e incide sobre toda a fatura (energia, uso da rede e demanda), um preço de energia menor no Mercado Livre também reduz o imposto pago. Pela reforma tributária (Emenda Constitucional 132/2023), o ICMS será substituído pelo IBS: 2026 é ano de teste, a alíquota do ICMS cai aos poucos de 2029 a 2032 e o imposto deixa de existir em 2033. A energia elétrica fica fora do Imposto Seletivo. Empresas industriais podem ter direito a crédito de ICMS sobre a energia usada na produção — veja ICMS na conta de luz da empresa.

No Grupo A, a conta é outra: na Energisa Sul-Sudeste, no subgrupo A4 (modalidade verde), a energia fora da ponta custa R$ 0,451/kWh e a demanda, R$ 26,14/kW, sem impostos. Veja a tabela completa da Energisa Sul-Sudeste.

Quantas empresas de Bragança Paulista já estão no Mercado Livre

Bragança Paulista tem 254 unidades consumidoras de empresas no Grupo A (média e alta tensão): 116 de indústrias, 127 de comércio e serviços e 11 rurais. A contagem é do Energia Livre Brasil, feita na base de dados que a Energisa Sul-Sudeste entregou à ANEEL com a posição de 31 de dezembro de 2025. Uma mesma empresa pode ter mais de uma unidade, uma para cada medidor.

Dessas, 97 (38%) já compram energia no Mercado Livre e respondem por 82% do consumo das empresas do Grupo A na cidade. Só em 2025, 37 unidades de Bragança Paulista migraram. Outras 157 continuam no mercado regulado, pagando a tarifa regulada da Energisa Sul-Sudeste.

Unidades de empresas do Grupo A em Bragança Paulista
Bragança Paulista
  • No Mercado Livre
  • No mercado regulado

Fonte: BDGD da Energisa Sul-Sudeste (ANEEL), posição de 31 de dezembro de 2025. Contagem: Energia Livre Brasil.

Das que continuam no mercado regulado, 143 unidades têm demanda abaixo de 500 kW. Para elas, a migração é feita por um comercializador varejista, que representa a empresa na CCEE. 9 têm 500 kW ou mais e podem escolher entre o varejista e a adesão direta à CCEE.

Setores com mais unidades do Grupo A em Bragança Paulista

SetorUnidadesNo Mercado Livre
Indústria Geral235 (22%)
Metalurgia e Construção233 (13%)
Comércio Geral198 (42%)
Plásticos e Borracha1811 (61%)
Alimentos e Food Service188 (44%)
Automotivo147 (50%)

O setor sai do CNAE que a distribuidora registra para cada unidade consumidora. Os links levam à página do setor, com o perfil de consumo e o que muda na migração.

O Mercado Livre em São Paulo

Em São Paulo, 26.863 unidades consumidoras já compram energia no Mercado Livre, e elas respondem por 47% de todo o consumo de energia do estado (Boletim da Energia Livre da Abraceel, dados de julho de 2026). O restante segue no mercado regulado, pagando a tarifa definida pela distribuidora.

47%do consumono mercadolivre
47% do consumo de energia do estado no mercado livre
53% no mercado regulado

Histórico da tarifa da Energisa Sul-Sudeste em 10 anos

Tarifa B3 sem impostos, em R$/kWh (1º de julho de cada ano)
2016R$ 0,437
2017R$ 0,431
2018R$ 0,433
2019R$ 0,499
2020R$ 0,497
2021R$ 0,514
2022R$ 0,572
2023R$ 0,622
2024R$ 0,688
2025R$ 0,623
2026R$ 0,746

Entre 2016 e 2026, a tarifa B3 da Energisa Sul-Sudeste subiu 70,8%. Na mediana do país, a alta foi de 74,0%. A energia (TE) subiu 32,7% e o fio (TUSD) subiu 118,5%; o fio passou de 44,4% para 56,8% da tarifa. No mercado livre, só a parte da energia muda de fornecedor.

2016
2026
  • Fio (TUSD)
  • Energia (TE)

Fonte: ANEEL, tarifas homologadas (base de 22/10/2026). Tarifa B3 convencional vigente em 1º de julho de cada ano, sem impostos e em bandeira verde. Cálculo: Energia Livre Brasil.

A tarifa completa da Energisa Sul-Sudeste, com o Grupo A, está na página da Energisa Sul-Sudeste. Compare também com o ranking de quanto a tarifa subiu em cada distribuidora.

No ciclo tarifário de 2026, a ANEEL homologou para a Energisa Sul-Sudeste um efeito médio de 9,63% nas tarifas, em vigor desde julho de 2026 (+9,99% para alta e média tensão e +9,49% para baixa tensão). O reajuste vale para as empresas de Bragança Paulista que continuam no mercado regulado; no Mercado Livre, só o uso da rede (TUSD) acompanha os reajustes da Energisa Sul-Sudeste.

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Perguntas frequentes

Empresas de Bragança Paulista podem migrar para o Mercado Livre de Energia?

Sim, as do Grupo A (média ou alta tensão), com qualquer demanda desde janeiro de 2024; abaixo de 500 kW, por meio de um comercializador varejista. A migração acontece 180 dias depois da denúncia do contrato com a Energisa Sul-Sudeste, sem obra e sem trocar de distribuidora. Empresas em baixa tensão (B3) poderão migrar a partir de 25 de novembro de 2027.

Quantas empresas de Bragança Paulista já estão no Mercado Livre?

Pela base de dados que a Energisa Sul-Sudeste entregou à ANEEL, com a posição de 31 de dezembro de 2025, 97 das 254 unidades consumidoras de empresas do Grupo A em Bragança Paulista (38%) já compram energia no Mercado Livre. Outras 157 continuam no mercado regulado.

Pessoa física em Bragança Paulista pode entrar no Mercado Livre de Energia?

Ainda não. Residências de Bragança Paulista só poderão escolher o fornecedor de energia a partir de 25 de novembro de 2028, data fixada pela Lei 15.269/2025 e pelo Decreto 13.097/2026, que ainda depende de regulamentação da ANEEL. Até lá, a energia é comprada da Energisa Sul-Sudeste, pela tarifa regulada.

Qual distribuidora atende Bragança Paulista?

Bragança Paulista é atendida pela Energisa Sul-Sudeste. A distribuidora continua responsável pela rede elétrica mesmo após a migração para o Mercado Livre — o que muda é apenas o fornecedor da energia como produto.

Empresas em Bragança Paulista precisam fazer obras para migrar?

Não. A migração para o Mercado Livre de Energia não exige obras na instalação elétrica. Em alguns casos pode ser necessária a atualização do medidor de energia — custo que varia por distribuidora e que a análise gratuita identifica antes de qualquer compromisso.

A Energisa Sul-Sudeste continua atendendo minha empresa após a migração?

Sim. A Energisa Sul-Sudeste continua responsável pela infraestrutura de rede em Bragança Paulista e nos demais municípios da sua área de concessão. O que muda é o fornecedor da energia como commodity — não a distribuidora que opera os cabos e subestações.

Quer entender o processo completo? Veja o passo a passo da migração para o Mercado Livre de Energia.

Explore também


Fontes e Referências

  • * Projeção ELB: teto estimado de economia na parcela de energia da conta, calculado pelo Energia Livre Brasil com a tarifa média de energia das distribuidoras e o preço de longo prazo do mercado livre (Boletim da Energia Livre, Abraceel, julho de 2026) e as tarifas homologadas pela ANEEL. Nesta página: tarifa de energia do Grupo A da Energisa Sul-Sudeste, no perfil de consumo mais favorável, com o custo médio de bandeira. A tarifa da Energisa Sul-Sudeste ainda é estimada. Não inclui uso da rede (TUSD), encargos e impostos, e não é promessa de economia. Como calculamos →
  • ANEEL — Tarifas de aplicação das distribuidoras de energia elétrica (dados abertos): Grupo A, subgrupo A4, modalidade verde, da Energisa Sul-Sudeste, REH nº 3.599/2026, sem impostos. dadosabertos.aneel.gov.br
  • ANEEL — Tarifas de aplicação das distribuidoras de energia elétrica (dados abertos), base de 22/10/2026. Série histórica de 2016 a 2026 calculada pelo Energia Livre Brasil. dadosabertos.aneel.gov.br
  • ANEEL — Resoluções Homologatórias do ciclo tarifário 2026 da Energisa Sul-Sudeste. aneel.gov.br
  • ANEEL — Base de Dados Geográfica da Distribuidora (BDGD) da Energisa Sul-Sudeste, posição de 31 de dezembro de 2025, publicada em agosto de 2026. Unidades consumidoras ativas do Grupo A (subgrupos A1 a A4 e AS) das classes industrial, comercial e rural, com o CNAE e a indicação de consumidor livre registrados pela distribuidora; contagem e agrupamento por setor feitos pelo Energia Livre Brasil. dadosabertos-aneel.opendata.arcgis.com
  • Abraceel — Boletim da Energia Livre, 97ª edição (set/2026), com dados da CCEE e da ANEEL, dados de julho de 2026: unidades consumidoras livres e participação do mercado livre no consumo, por estado. abraceel.com.br
  • ICMS sobre energia: alíquota geral de cada estado em 2026 (teto desde a Lei Complementar 194/2022), conforme compilações Simtax e Tributo Devido, conferidas entre si; confirmar na Secretaria da Fazenda do estado.
  • Emenda Constitucional 132/2023 — reforma tributária do consumo: substituição do ICMS pelo IBS e calendário de transição. planalto.gov.br
  • Lei 15.269/2025 e Decreto 13.097/2026 — abertura do mercado livre para a baixa tensão (B3 e residências). planalto.gov.br
  • ANEEL — Resolução Normativa 1.000/2021, critérios de elegibilidade e acesso ao Mercado Livre de Energia. aneel.gov.br
  • IBGE — Estimativas populacionais municipais 2025. Distâncias entre cidades calculadas em linha reta a partir das coordenadas dos municípios. ibge.gov.br

Nota sobre os dados

O setor elétrico brasileiro é regulado por portarias, resoluções e normas em constante revisão. Tarifas, percentuais e estimativas apresentados neste conteúdo têm caráter de referência — não de valor absoluto. Exceções setoriais, regionais e contratuais podem alterar significativamente os números do seu caso específico. Consulte sempre a análise gratuita e, quando necessário, um especialista regulatório.

Conteúdo revisado e atualizado em outubro de 2026.

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